Desde o fim do sec. XIX, vivemos um sistema produtivo Tayloriano. Produção em larga escala, com alto nível de padronização e pouca variedade de produtos e, acima de tudo, com baixo custo.
Atender o cliente?
Como dizia Henry Ford sobre o seu Ford T, “o carro está disponível em qualquer cor, contanto que seja preto”.
Com o surgimento comercial da Internet nos anos 90 e, especialmente, com o seu crescimento a partir de 2010, novas tecnologias surgiram, tais como: Inteligência Artificial (IA), Internet-das-Coisas (IoT), Data Analytics, Machine Learning, entre outras. Essas tecnologias viabilizaram modelos de negócio impossíveis até então existir. A disponibilidade de stock físico de produtos num determinado local deixou de ser uma restrição. A Amazon e a Alibaba são claros exemplos disso. Com mais de 1 milhão de SKUs (unidades diferentes de stock), esses marketplaces são capazes de oferecer uma quantidade quase infinita de produtos online. É a chamada “Cauda Longa”, conceito criado por Chris Anderson (editor da revista Wired), em 2014, onde mostra que a Internet possibilita a venda de uma variedade imensa de produtos sem as restrições de uma produção massificada.
O chamado Efeito Rede também é um dos mais importantes aspectos desta Nova Economia. Graças a ele, empresas como AirBnB, Uber, entre outras, beneficiam do crescimento de suas comunidades, tanto de consumidores quanto de produtores ou prestadores de serviço. Essas plataformas digitais crescem, baseadas no crescimento das suas comunidades. A partir dessas quantidades, é possível oferecer mais produtos, mais serviços e conquistar mais membros. Vejam o Whatsapp que oferece o pagamento instantâneo para os seus 120 milhões de membros.
O grande desafio aqui é que a maioria dos executivos não possui o conhecimento de tecnologia e, portanto, ainda têm dificuldade para entender os riscos e as oportunidades trazidas pela Nova Economia. Num cenário onde o cliente é quem escolhe o produto, onde a desintermediação é cada vez maior, onde as novas gerações se importam mais com o uso dos ativos do que com a propriedade (automóveis, apartamentos), onde se pode crescer exponencialmente com plataformas digitais, transformar-se produtos em serviços, é fundamental que se domine esses conceitos e categorias, para se articular estratégias digitais de sucesso. A isso chamamos – Transformação Digital.

A Cena Digital (www.cenadigital.co), empresa de consultoria focada em
Transformação Digital, lança a sua Academia de Transformação Digital em
agosto, com o objetivo de capacitar executivos e gestores a planear e implementar jornadas de Transformação de sucesso, utilizando as melhores práticas e dinâmicas de grupo.

Sérgio Hart, Cena Digital, Fundador
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eBook “Transformação Digital – do Conceito à Ação”
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